quinta-feira, 14 de julho de 2011

Escândalo na União Europeia

E eis que quando penso que esta (des)união europeia não me pode surpreender mais que me surpreendo pela negativa claro está. É que já não bastava a UE pagar aos produtores agrícolas nacionais para não produzirem e restringir a pesca na costa portuguesa por pescadores portugueses, deputados alemães a sugerirem seriamente que a Grécia vendesse as suas ilhas desertas ao mesmo tempo que a Alemanha vende material militar para a Grécia...e a Grécia compra (como os 2 submarinos em Portugal avariados que só podem atracar no alfeite, comprados à Alemanha pelo imbecil governo português de há uns anos atrás)...eis que ao mesmo tempo nos exigem sacrifícios, os senhores da Europa corrompidos administram os fundos dos contribuintes europeus para seu próprio favorecimento. Bem eu já sabia da antítese que era exigirem-nos trabalhar mais anos toda uma vida e receber uma pensão de miséria enquanto os grandes srs políticos acumulavam reformas chorudas de vários cargos. Ora nada disso me surpreende realmente, mas não posso deixar de me preocupar ao saber que a Europa está a ser governada por um exército de corruptos! Cada vez mais que nunca desacredito nesse sonho europeu, mais cedo ou mais tarde acredito numa desagregação europeia pois os políticos europeus parece que estão a satisfazer os seus interesses e dos seus exércitos corruptos (de juízes a advogados, embaixadores, administrativos, etc, etc).  em vez de aplicarem os fundos para o bem das pessoas. É engraçado exigirem ás pessoas que descontem mais para o Estado do seu ordenado e chegarem ao fim de décadas e décadas de trabalho com uma pensão minúscula, enquanto os grandes senhores nem descontaram para a sua reforma. Antes de ter real dimensão da corrupção que existe eu criticava as pessoas que não iam votar, agora mais que nunca até percebo a abstenção...desacreditaram dos políticos!
Eu também desacreditei mas acho inadmissível sabendo a verdade (se é que é mesmo verdade pois ainda me custa bem a acreditar) nada fazer!

Bem aqui está o e-mail que recebi:


Escândalo na UE - ATENÇÃO LER E DIVULGAR - URGENTE 
Noruegueses, Finlandeses, Suecos, Franceses,....Portugueses!, todos a denunciar! e a exigir HONESTIDADE
Já reparou? Os políticos europeus estão a lutar como loucos para entrar na administração da UE! E por quê?
Leia  o que segue, pense bem e converse com os amigos. Envie isto para os europeus que conheça! Simplesmente, escandaloso.
Foi aprovada a aposentadoria aos 50 anos com 9.000 euros por mês para os funcionários da EU!!!. Este ano, 340 agentes partem para a reforma antecipada aos 50 anos com uma pensão de 9.000 euros por mês.
Sim, leu correctamente!
Para facilitar a integração de novos funcionários dos novos Estados-Membros da UE (Polónia, Malta, países da Europa Oriental ...), os funcionários dos países membros antigos (Bélgica, França, Alemanha ..) receberão da Europa uma prenda de ouro para se aposentar.
Porquê e quem paga isto?
Você e eu estamos a trabalhar ou trabalhámos para uma pensão de miséria, enquanto que aqueles que votam as leis se atribuem presentes de ouro. A diferença tornou-se muito grande entre o povo e os "Deuses do Olimpo!"
Devemos reagir por todos os meios começando por divulgar  esta mensagem para todos os europeus. É uma verdadeira Mafia a destes Altos Funcionários da União Europeia ....
Os tecnocratas europeus usufruem de verdadeiras reformas de nababos ... Mesmo os deputados nacionais que, no entanto, beneficiam do "Rolls" dos regimes especiais, não recebem um terço daquilo que eles embolsam.
Vejamos! Giovanni Buttarelli, que ocupa o cargo de Supervisor Adjunto da Protecção de Dados, adquire depois de apenas 1 ano e 11 meses de serviço (em Novembro 2010), uma reforma de 1 515 ? / mês. O equivalente daquilo que recebe em média, um assalariado francês do sector privado após uma carreira completa (40 anos)..
O seu colega, Peter Hustinx acaba de ver o seu contrato de cinco anos renovado.  Após 10 anos, ele terá direito a cerca de ? 9 000 de pensão por mês.
É simples, ninguém lhes pede contas e eles decidiram aproveitar ao máximo. É como se para a sua reforma, lhes fosse passado um cheque em branco.
Além disso, muitos outros tecnocratas gozam desse privilégio:
1. Roger Grass, Secretário do Tribunal Europeu de Justiça, receberá ? 12 500 por mês de pensão.
2. Pernilla Lindh, o juiz do Tribunal de Primeira Instância, ? 12 900 por mês.
3. Damaso Ruiz-Jarabo Colomer, advogado-geral, 14 000 ? / mês.
Consulte a lista em:
Para eles, é o jackpot. No cargo desde meados dos anos 1990, têm a certeza de validar uma carreira completa e, portanto, de obter o máximo: 70% do último salário. É difícil de acreditar ... Não só as suas pensões atingem os limites, mas basta-lhes apenas 15 anos e meio para validar uma carreira completa, enquanto para você, como para mim, é preciso matar-se com trabalho durante 40 anos, e em breve 41 anos.
Confrontados com o colapso dos nossos sistemas de pensões, os tecnocratas de Bruxelas recomendam o alongamento das carreiras: 37,5 anos, 40 anos, 41 anos (em 2012), 42 anos  (em 2020), etc. Mas para eles, não há problema, a taxa plena é 15,5 anos... De quem estamos falando?
Originalmente, estas reformas de nababos eram reservadas para os membros da Comissão Europeia e, ao longo dos anos, têm também sido concedida a outros funcionários. Agora eles já são um exército inteiro a beneficiar delas:: juízes, magistrados, secretários, supervisores, mediadores, etc.
Mas o pior ainda, neste caso, é que eles nem sequer descontam para a sua grande reforma. Nem um cêntimo de euro, tudo é à custa do contribuinte ... Nós, contribuímos toda a nossa vida e, ao menor atraso no pagamento, é a sanção: avisos, multas, etc. Sem a mínima piedade. Eles, isentaram-se totalmente disso. Parece que se está a delirar!
Esteja ciente, que até mesmo os juízes do Tribunal de Contas Europeu que, portanto, é suposto « verificarem se as despesas da UE são legais, feitas pelo menor custo e para o fim a que são destinadas », beneficiam do sistema e não pagam as quotas. E que dizer de todos os tecnocratas que não perdem nenhuma oportunidade de armarem em «gendarmes de Bruxelas» e continuam a dar lições de ortodoxia fiscal, quando têm ambas as mãos, até os cotovelos, no pote da compota?
Numa altura em que o futuro das nossas pensões está seriamente comprometido pela violência da crise económica e da brutalidade do choque demográfico, os funcionários europeus beneficiam, à nossa custa, da pensão de 12 500 a 14 000 ? / mês após somente 15 anos de carreira, mesmo sem pagarem quotizações... É uma pura provocação!
O objectivo é alertar todos os cidadãos dos Estados-Membros da União Europeia. Juntos, podemos criar uma verdadeira onda de pressão.
Não há dúvida de que os tecnocratas europeus continuam a gozar à nossa custa e com total impunidade, essas pensões. Nós temos que levá-los a colocar os pés na terra.
«Sauvegarde Retraites» realizou um estudo rigoroso e muito documentado que prova por  "A + B" a dimensão do escândalo. Já foi aproveitado pelos media.
Divulgue! DIVULGUE! DIVULGUE! Quantos mais souberem deste descaramento de r..... melhor!!!...



sexta-feira, 24 de junho de 2011

Euro: vantagens e desvantagens

EURO é a moeda única de 17 estados membros da União Europeia: Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta, Países Baixos e Portugal.

Antes de enunciar as vantagens e desvantagens do Euro, primeiro, uma pequena introdução de economia:

A taxa de Câmbio é usada nos países que têm moeda própria; é o valor da moeda de um país em relação aos outros. Se houver um grande défice na balança de transacções corrente o país pode incentivar as exportações provocando uma depreciação da sua moeda (ou seja, fazendo com que ela perca valor face às outras).

Depreciação da moeda:
• exportações mais baratas em moeda estrangeira-->aumenta a competitividadeincentiva exportações
• as importações que o país realiza são mais caras na sua moeda--> incentiva-se a substituição de produtos importados por produção interna.

O aumento das exportações e o efeito sobre as importações conjugam-se assim para reduzir o défice da balança de transacções correntes.

A depreciação da taxa de câmbio é um instrumento de política económica que hoje em dia não pode ser utilizada em portugal em virtude de j´´a não dispormos de moeda própria (o malogrado escudo)  pois aderimos ao Euro, o que significa, que por adesão à moeda única a economia portuguesa perdeu uma arma importante para combater a existência de eventuais défices externos.

Na ausência de depreciação cambial a redução do défice faz-se por :



*aumento de impostos.


*redução da despesa pública (cortes nos serviços públicos como educação e saúde e despedimentos da função pública).


Este é um processo muito pouco eficaz de redução do défice externo uma vez que não actua sobre as exportações e pode provocar altos níveis de desemprego.

Tradicionalmente eram as autoridades dos estados (governo, parlamento, banco central) que dividiam entre si a responsabilidade de definir e executar a política económica.
No entanto intensificaram-se os processos de integração regional no domínio económico e monetário de que é exemplo a União Europeia.
No caso da União Europeia a política monetária da zona Euro é definida por um órgão supracional: o BCE (Banco Central Europeu) enquanto as actuações sobre as finanças públicas são da responsabilidade de cada estado, embora definidas pelo tratado de Maastricht.
O tratado de Maastricht, ou tratado da União Europeia teve como principal objectivo a génese da UEM (União Económica e Monetária), que teve como corolário a criação da moeda única, o Euro. O projecto da UEM é entendido frequentemente como a última fase do processo de criação do Mercado Único caracterizado pela livre circulação de pessoas, mercadorias, serviços e capitais.


Com o incremento da independência das unidades monetárias grande parte dos governos deixou de poder recorrer à emissão de moeda para financiar os seus défices públicos, é o próprio tratado de Maastricht que não permite até que o Banco Central Europeu financie os défices públicos dos países que aderiram à União Europeia e Monetária e exige maior rigor e contenção das despesas públicas.

Políticas dos estados aderentes ao Euro:
* Os Estados participantes são obrigados a manter um défice orçamental baixo de modo a garantir a estabilidade económica a longo prazo, necessária à manutenção de taxas de juro baixas, ncentivadoras do investimento e criação de emprego. Neste sentido foram criados mecanismos destinados a monotorizar eventuais défices excessivos (mais de 3% do PIB) e inclusivamente a penalizar eventuais Estados faltosos, é o denominado PEC (Pacto de Estabilidade e Crescimento).
Os países que não se incluam na zona Euro manterão liberdade sobre as suas políticas monetárias.
A definição de política cambial da zona Euro cabe à Eucofin (Conselho de ministros da economia e das finanças), mas a sua execução é da competência do BCE.

Adesão ao Euro



Vantagens:
1) a integração de Portugal num espaço económico com uma moeda única reforça a credibilidade da economia portuguesa. 1)Perda de autonomia das políticas monetária e cambial nacional como instrumento de macroeconomia interna. Com efeito, a condução de uma política monetária única- definida pelo BCE para toda a zona Euro- significa que eventuais problemas específicos que venham a afectar a economia portuguesa (recessões económicas, aumentos dos diferenciais de inflação face à média comunitária, agravamento da competitividade-preço e aposta limitada nos factores intangíveis de competitividade, choques económicos adversos,etc) já não poderão ser tratados através de variações das taxas de juro e de desvalorização cambiais.
2) Eliminação do risco cambial e dos custos de conversão nas transacções com o exterior liquidadas nessa moeda, o que é um benefício significativamente importante devido ao elevado grau de abertura da economia ao exterior.
3) Condução da política monetária única a definir pelo BCE
4) A integração europeia e em particular a integração monetária funciona como um estímulo à modernização e ajustamento estrutural da economia. 2) O grande poder e independência do BCE pode levar a que se sigam na zona Euro políticas macroeconómicas que privilegiem a todo o custo a estabilidade dos preços em prejuízo do crescimento económico e do emprego, o que afectará especialmente as economias menos desenvolvidas da EU.
6) reforço e reequilíbrio da competitividade e internacionalização da economia portuguesa.

Desvantagens:
1)Perda de autonomia das políticas monetária e cambial nacional como instrumento de macroeconomia interna. Com efeito, a condução de uma política monetária única- definida pelo BCE para toda a zona Euro- significa que eventuais problemas específicos que venham a afectar a economia portuguesa (recessões económicas, aumentos dos diferenciais de inflação face à média comunitária, agravamento da competitividade-preço e aposta limitada nos factores intangíveis de competitividade, choques económicos adversos,etc) já não poderão ser tratados através de variações das taxas de juro e de desvalorização cambiais.

2) O grande poder e independência do BCE pode levar a que se sigam na zona Euro políticas macroeconómicas que privilegiem a todo o custo a estabilidade dos preços em prejuízo do crescimento económico e do emprego, o que afectará especialmente as economias menos desenvolvidas da EU.

O alargamento recente da UE aos países da Europa Central e de Leste, constitui outro grande desafio que a economia portuguesa tem de enfrentar: aumentou a concorrência destes países com especialização sectorial semelhante á de Portugal (têxteis, vestuário e calçado). esta situação é ainda agravada com a liberalização do comércio internacional, sob a égide da Organização Mundial de Comércio e com a emergência da China e da Índia neste comércio.

crescimento económico sustentável



A população mundial tem vindo a aumentar de um modo descontroladamente elevado sem precedentes. Verdade universal é que quanto maior for o crescimento populacional mais difícil se torna aumentar o nível de bem estar de cada um dos cidadãos. Isto é: o elevado crescimento populacional está a comprometer sem dúvida alguma o crescimento económico.
Quanto a mim é acima de tudo o esgotamento dos recursos não renováveis (nomeadamente os energéticos como o carvão, petróleo e gás natural) ou a utilização excessiva das recursos renováveis (água potável, solo arável, árvores para indústria do papel, etc) que estão a impôr entraves e até mesmo a bloquear o crescimento económico.
Assim muitas sociedades denominadas desenvolvidas têm vindo aumentar o seu PIB per capita, um indicador de progresso e riqueza de um país, que no entanto, omite a destruição da riqueza envolvida no próprio processo produtivo (poluição e perda de recursos naturais).
Conclui-se então que o crescimento económico tem limitações  que se devem sobretudo a:
*degradação dos solos.
*escassez cerscente de água potável.
*sobreexploração dos recursos do mar.
*poluição do ar.
*desflorestação.
*alterações climáticas resultantes da emissão de gases com efeitos de estufa (em particular o CO2).
*redução da biodiversidade biológica ao nível da genética, das espécies e ao nível dos ecossistemas.

A única forma de contornar este cataclismo é enveredar por um desenvolvimento sustentável de modo a que o crescimento/desenvolvimento no prsente não comprometa o crescimento/ desenvolvimento das gerações futuras não só humanas, mas a continuidade de toda a vida na Terra.
A coisa mais urgente a fazer a meu ver era descarbonizar a economia enveredando por alternativas energéticas mais amigas do ambiente, plantar mais árvores e parar com a desflorestação pois o nosso planeta não pode viver sem as florestas tropicais que são o nosso maior tesouro , reciclar TUDO o que possa ser reciclado (é falta de civismo haver pessoas que ainda hoje não reciclam porque são estúpidas), reduzir as embalagens (tudo o que compramos é super super embalado e depois só serve para deitar fora), apoiar investigações de substitutos de petróleo e plástico bio-degradáveis, reduzir o cunsumo de carne e peixe comendo mais legumes e frutas, andar mais de transportes públicos e de bicicleta em vez de carrinho (as autarquias devem ter ordenamentos de território em que seja obrigatório haver ciclovais nas estradas ), aplicar leis de construção civil em que só se construam casas energeticamente eficientes e com painéis e colectores solares, apoiar a economia local em detrimento de ir ao supermercado comprar frutas que também temos aqui mas fizeram uma travessia atlântica (por exemplo as maçãs da Argentina, uvas do Chile...eu considero isso um crime ecológico!), reduzir o nosso consumo de matérias abrindo centros comunitários onde as pessoas deixem lá coisas que não precisem tipo roupas...mas acima de tudo, há que reduzir e repartir a população mundial. Quer se goste ou não, este planeta Terra não tem condições para albergar mais de 9 biliões de seres humanos, os países subdesenvolvidos deveriam controlar a sua população e os desenvolvidos repôr níveis equilibardos de pouplação através da imigração.

Fica aqui o meu parecer! :)

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Dívida Externa: vender Portugal?




Bem, então toda a gente sabe que Portugal tem uma dívida externa com o exterior astronómica, e que o acordo de resgate financeiro assinado com o FMI (Fundo Monetário Internacional) foi a solução encontrada para pagar o nosso défice externo, ou seja, contrair uma dívida para pagar outras. Ontem então saiu uma notícia no diário económico que dizia que os juros da dívida batem novos máximos em todos os prazos.(ler: juros).
E saiu outra notícia a dizer que 30% dos portugueses estão dispostos a emigrar para poderem trabalhar (ler: emigrar). 
Realmente mas afinal quanto é que temos de pagar? E a quem mesmo?
Sinceramente eu também sou jovem e até aconselho os jovens a emigrarem se não têm oportunidades no seu país, até porque este ordenado mínimo é uma miséria e os preços daqui são iguais ou mais caros que outras zonas da UE. Se calhar é melhor os jovens irem para outro sítio senão têm de ficar aqui a pagar a dívida até velhos! Até a China nos quis comprar a dívida, que amiguinhos que eles são, bem sabemos que isto para vocês agora devem ser uns trocos mas o que quereriam em troca? E se por ventura não tivéssemos dinheiro para pagar o que vos devíamos mais os juros que vocês querem o que aconteceria?
Que podíamos fazer mais? sei lá, os alemães disseram para os gregos venderem as suas ilhas, nós podemos seguir a peugada e começar a vender os Açores e a Madeira antes que as agências de rating baixem o potencial paradisíaco das nossas ilhas para o nível lixo! Assim talvez para nos ajudar os alemães nos comprassem a Madeira, os Açores podiam vender à Nato já que eles gostam tanto de por lá passar e têm lá uma base militar, o Algarve ficar para os ingleses, o Alentejo já agora ficava para os espanhóis fazerem a sua produção agrícola já que os portugueses não devem saber nada de agricultura, tanto é que a União Europeia paga-lhes para não produzirem já que são mesmo muito incompetentes! Se ninguém quisesse mais retalhos podíamos ficar com o que falta de Lisboa para cima, mas até mesmo assim era bom que pudéssemos conseguir vender a região do Douro aos britânicos porque eles adoram o vinho do Porto e eles sim têm uma capacidade visionária de pôr isto a andar, eles sim iam conseguir elevar a nossa capacidade produtiva enferrejuda. E a língua portuguesa iria sofrer mais modificações que o acordo ortográfico, o português agora pode ser europeu ou português brasileiro, nesta sequência iria renascer outra: a língua brasileira (é um pouco triste ter tomado conhecimento de pessoas estrangeiras que dizem que falam brasileiro!!! e também triste foi uma cadeia de TV brasileira ter comprado novelas portuguesas e depois dobrar as falas dos portugueses para sotaque brasileiro, porque tinham dificuldade em entender o  português europeu!!! ).




Bem isto foi um desabafo muito ironizado claro está no seguimento de toda a esta situação. E aproveito para demosnstrar a repugnância que sinto por todos os portugueses (e não são assim tão poucos) que conheço e dizem: "isto devia de ser uma província de Espanha!", "Epah isto nas mãos dos espanhóis ficava uma beleza!", etc. Só mostra a falta de consideração que vocês têm pelo vosso país e por vós mesmos.
Já repararam que os jornais e as televisões e os políticos não têm grande interesse de fazer com que as pessoas percebam o porquê de isto estar como está? Ou seja senão percebemos algo devemos ser uns iletrados em economia e devemos deixar isto para quem sabe...depois aqueles que sabem se fizerem asneira nem pedem desculpa e vão-vos pedir que apertem o cinto....
Bem então eu fui, outra vez, à procura de respostas:


Então, num estado equilibrado, em que não se gasta mais do que se tem:


Balança Corrente+ Balança de Capital+ Balança Financeira=0


se um país não conseguir formar poupança internamente (pública ou privada) pode continuar a financiar o investimento desde que recorra a poupança externa, no entanto, esta possibilidade implica o recurso ao endividamento externo (que se contabiliza na balança financeira) a não ser que o país disponha de muitos auxílios ao exterior (que são contabilizados na balança de capital).
O endividamento externo tem limites e as instituições financeiras do exterior que emprestam aos agentes económicos de um determinado país tendem a reduzir os empréstimos quando o nível de endividamento é muito elevado, duvidando da possibilidade dos agentes económicos continuarem, no futuro, a satisfazer as necessidades de empréstimos. 




A principal função dos intermédios financeiros é conseguir o encontro entre agentes com capacidade de financiamento e os que necessitam de recorrer a poupanças alheias para financiar a sua actividade.

Há dois tipos:
*IFM= instituições financeiras monetárias
Têm a capacidade de criar moeda e intervir activamente no processo de financiamento da actividade económica.
Na área Euro há 3 tipos de IFM:
- Eurosistema (BCE e Bancos Centrais dos países da UEM).
-Grupos das instituições de crédito  (ex: caixa de crédito agrícola).
-outras IMF como Fundos do Mercado Monetário.
*IFNM= instituições financeiras não monetárias
Não podem criar moeda mas recebem poupanças dos agentes que neles confiam e depois fornecem crédito a outros agentes essencialmente através da compra de títulos (acções e obrigações) emitidas pelas empresas que necessitam de financiamento.
-Fundos de capital de risco.
-Fundos de sociedade de titularização de crédito.
-Fundos de Investimento.
-Instituições financeiras de crédito.
-sociedades financeiras para aquisição de crédito.



Os intermédios financeiros (instituições financeiras de crédito, Eurosistema (BCE), fundos de investimento, etc) são as garantias de encontro mais fácil e eficaz entre agentes com capacidades de financiamento e os que necessitam de financiar os investimentos que se pretende realizar.  Há situações em que a poupança não é toda canalizada para investimento (porque parte dela é entesourada) e há intermediários financeiros específicos basicamente os bancos que conseguem criar moeda e assegurar financiamentos necessários. As instituições financeiras monetárias emitem instrumentos negociáveis como acções, unidades de participação em fundos de mercado e títulos da dívida. 
Os bancos concedem crédito e criam moeda não apenas para financiar os financiamentos das empresas produtoras de bens e produtoras de bens e serviços, das administrações públicas ou mesmo das famílias quando compram habitações mas cada vez mais financiam as despesas de financiamento das empresas (créditos a curto prazo) e até o consumo de famílias (créditos ao consumo privado).
O processo de criação de moeda por parte dos bancos é indispensável para a garantia de financiamento da actividade económica e não deverá ser totalmente independente da evolução global do sistema económico sob perigo de se agravarem os desequilíbrios a nível interno (subida de preços, défice de contas públicas…) e das contas com o resto do Mundo.
Compete às autoridades monetárias assegurar o controlo da massa monetária intervindo nos processos de criação de moeda que inclui não só a emissão de notas e moedas (moeda legal) como também a moeda criada pelos bancos (também designada por “moeda escritural”).
Depois de assinado o tratado de Maastricht que estabeleceu como objectivo a adopção de uma moeda única europeia (o Euro), foram retiradas de circulação as notas e moedas nacionais e o Banco Central Europeu (BCE) é que tem o monopólio de emissão de moeda legal e só os intermédios financeiros IFM têm acesso ao Banco Central. 





in introdução á Macroeconomia de F. Louçã e Ferreira do Amaral, entre outros

segunda-feira, 20 de junho de 2011

A moeda e a função financeira


 O que é a moeda?

A moeda define-se pelas funções específicas que desempenha:
*1) um meio de pagamento: a moeda permite as transacções entre os agentes económicos no mercado de bens e serviços e a remuneração de factores produtivos no processo de rendimento nacional.
*2) uma unidade de conta: a moeda é o padrão que permite medir os valores relativos dos diferentes bens e serviços que se transaccionam no mercado.
*3) uma reserva de valor: a moeda permite desfasar as trocas no tempo, ou seja, guardar uma parte do rendimento actual para o poder gastar no futuro, possibilitando a formação de poupanças e a atribuição de créditos.
A moeda é sobretudo um activo que constitui uma forma imediata de sorver débito e que confere a quem o possui um direito sobre uma parte da produção global de bens que pode ser transmitido a outra pessoa ou entidade.
O que é a massa monetária?
É a quantidade de moeda que existe na economia num dado país num dado momento e é constituída por:
-notas e moedas em circulação.
-depósitos à ordem.
-depósitos a prazo.
-outras aplicações que podem exercer funções de moeda (ex: títulos de dívida de curto prazo emitidas por bancos).


Nos países que aderiram ao Euro a emissão de notas é da responsabilidade do BCE (Banco Central Europeu) que também tem a responsabilidade da política monetária, em particular no que se refere ao controlo do crescimento da massa monetária existente nessa mesma zona euro.
Quando o nosso país dispunha de moeda própria (o escudo antes de 1999) essas funções eram exercidas pelo Banco de Portugal que hoje está representado pelo seu governador em pé de igualdade com outros países da zona Euro, no Connselho de Administração do Banco Central Europeu, pelo que as principais decisões deste são tomadas com o voto dos representantes dos bancos centrais dos países da zona Euro.
Grande parte da massa monetária actualmente existente num país é criada pela actividade do sistema bancário. A actividade bancária exerce-se em particular na aceitação de depósitos e na concessão de crédito aos outros agentes económicos.
Para emprestarem o dinheiro que recebem, os bancos têm que confiar que os depositantes não se vão dirigir todos ao mesmo tempo ao banco para levantarem o dinheiro que lá depositaram. Mas, salvo situações de pânico, basta uma pequena percentagem de depósitos mantidos nos bancos para fazer face aos levantamentos dos depositantes. por isso, as legislações que regulam a actividade bancária obrigam os bancos a manterem a reserva nos seus cofres (ou em depósitos do Banco Central,que é a autoridade monetária e que empresta dinheiro aos bancos e aceita depósitos deles) uma % dos depósitos (a esta % damos o nome de taxa de reservas obrigatória.
Suponhamos que o BCE compra títulos  (por exemplo, títulos da dívida públicaou títulos de dívida do BC) aos bancos. Isso significa que os bancos ficam com menos títulos na sua posse mas com mais dinheiro depositado no BC para além do que era requerido para reservas obrigatórias. Então, os bancos poderão emprestar esse excedente.
Pode haver criação ou destruição de massa monetária.


Como é que os Bancos Centrais podem regular o montante das massas monetárias de um país?
1)Podendo fazer variar a taxa de reservas obrigatórias: um aumento significa um efeito redutor da massa monetária e uma diminuição da taxa de reservas um efeito multiplicador da massa monetária.
2)Fazendo variar os depósitos dos bancos no Banco Central através da compra ou venda de títulos (operações de mercado aberto). Comprando títulos aos bancos, o BC faz aumentar a massa monetária, vendendo faz diminuir.
3)Aumentando (ou diminuindo) a taxa de juro a que empresta dinheiro as bancos. Esta medida indica as intenções da autoridade monetária:
*um aumento da taxa de juro significa que a autoridade monetária tem a intenção de reduzir o aumento da massa monetária, o crédito vai-se tornar mais difícil de obter e portanto mais caro, pelo que, em resposta ao aumento desta taxa de juro do B.C os bancos sobem as suas próprias taxas de juro, o crédito torna-se mais caro, os agentes económicos (famílias, empresas, Estado) recorrem menos a ele e os bancos procuram outras aplicações para o dinheiro dos agentes económicos que têm em depósito reduzindo-se o efeito da criação da massa monetária.

A autoridade monetária da área do Euro é o sistema Europeu de Bancos Centrais que inclui o Banco Central Europeu e os bancos centrais de diversos estados que compõem a zona Euro.
Qualquer transacção no mercado de bens e serviços é efectuada através de operações de compra e venda de produtos. No processo de produção a remuneração dos factores produtivos faz-se em pagamentos monetários.  A actuação do estado exige a definição de montantes financeiros.
Na actualidade, a maioria das transacções monetárias é realizada por ou através de intermédios financeiros (principalmente os bancos).
O Governo e o Banco Central são agentes económicos e simultaneamente autoridades reguladoras do sistema económico e monetário e conseguem influenciar a evolução de todo o sistema económico e financeiro através dos instrumentos de política monetária. 
O controlo da massa monetária pode ser utilizado para estimular ou arrefecer a economia influenciando não só o nível dos preços como o crescimento do produto e através do próprio nível de emprego.


in Introdução à Macroeconomia, F.Louçã, Ferreira do Amaral entre outros

Salvem estes golfinhos tristes!

Recebi uma newsletter da instituição Avaaz para assinar uma petição contra um hotel de luxo que mantém em cativeiro 25 golfinhos que nadavam em liberdade para exposição e deleite de excentricidade de riquinhos sem escrúpulos. Muitos destes animais sofrem do stress que é ter o eco dos seus ruídos rebatido pelos espelhos que os enclausuram nos minúsculos aquários e alguns chegam até a cometer suicídio.
Os resorts que detêm estes golfinhos captam-nos em alto mar arrastando-os para águas rasas, aqueles que lhes interessam vão para cativeiros os que não lhes interessam são assassinados.
Um dos "argumentos" que esses resorts usam para manter os golfinhos em cativeiro é que assim crianças com problemas podem curar-se interagindo com eles, apesar de não haver prova cientifica nenhuma que diga isso, a única razão para os resorts o terem é angariar também o dinheiro desses país desesperados chegando a crer nessa cura milagrosa enquanto essas redes hoteleiras angariam mais lucros.
Clique no link e assine a petição:
avaaz
Obrigada!

KitKat used to KILl


Só agora vi este vídeo que traduz na perfeição a nossa influência destrutiva e capitalista sem escrúpulos que exercemos no planeta Terra, em especial no nosso maior tesouro de todos: as florestas tropicais.
Este vídeo mostra a realidade do que fazíamos quando inocentemente fazíamos uma pequena pausa no nosso trabalho ou estudo, éramos parte da destruição das florestas indonésias e habitats de seres como os orangotangos para extrair o óleo de palma. Isto era o que fazíamos antes de sabermos o horror que praticávamos. Quando a Green Peace nos ajudou a descobrir, milhares de pessoas escreveram e-mails e cartas à Nestlé a exigir que parassem com esse massacre ecológico pois não queriam alimentar uma indústria sanguinária. Resultado? SUCESSO! Conseguimos fazer com que esta exploração acabasse! veja o link:
Kit-Kat-campaign
Isto faz-me acreditar na bondade das pessoas, na sua vontade de construir uma economia global sustentável e ética, isto faz-me acreditar na humanidade das pessoas e agradeço imenso esta sensação. por isso agora peço-vos a vossa ajuda para pedirem á Mattel, Disney e Hasbro para que deixe de destruir as florestas indonésias (onde só há cerca de 400 tigres de sumatra em liberdade) apenas para produzir o papel barato de embrulho dos brinquedos. para que a felicidade de uma criança não implique a destruição da natureza e morte dos animais actue agora: Barbie
Obrigada a todas as pessoas que querem um mundo melhor! Adoro-vos a todas e acredito em vós!
OBRIGADA!

domingo, 19 de junho de 2011

Desunamidade para com os animais, amor e ajuda procura-se




Estou sem palavras para este país cada vez mais miserável a todos os níveis, agora mais que nunca justifico novamente o meu voto no Partido pelos animais e pela natureza (PAN). Há imensos canis e gatis em mau estado em Portugal ao ponto mesmo de falirem o que significa que os animais podem morrer à fome por falta de verbas. É o que está a acontecer com 200 cães e gatos de Aveiro PRAVI (Projecto de Apoio a Vítimas Indefesas) . É inadmissível o que está a acontecer!
Leiam a notícia seguindo o link: cmjornal
Veja a reportagem televisa aqui: sic
 No grupo do facebbok: Vamos LIMPAR Portugal dos MAUS TRATOS e ABANDONOS AOS ANIMAIS!!! diz como pode contribuir inclusive através de um NIB).
Nem que faça uma transferência bancária de 1 euro ou 50 cêntimos se cada um o fizer podemos evitar esta atrocidade desumana!
Mas afinal que Estado e país é este em que voluntários caridosos cumprem o papel das autarquias e vêm os animais a morre à fome?????? Ainda por cima querem evacuá-los daquele local!
Mais uma vez fica aqui justificado o meu voto na PAN que foi a modos que um pouco criticado por as pessoas estarem em grandes dificulades (o que é parte é mentira porque há muitas pessoas a enriquecer e pessoas a empobrecer chama-se a isto crise especulativa). Pena que as pessoas em dificuldades, não tenham votado ou tenham votado contra elas mesmas...mas essa é outra questão. Gostaria de ver no parlamento um partido que defendesse os que sofrem sempre mais que são os animais, que o dinheiro público fosse usado paar finaciar decentemente os canis e gatis (porque aqui os municipais não têm grandes condições por isso almas caridosas formam instituições como a PRAVI e depois toda a gente que abandona animais vai lá depositá-los e recebem poucas ajudas deparando-nos com o horror de eles poderem morrer à fome!), gostava que houvesse leis de protecção aos animais, gostava de ver humanidade nos humanos....
Ghandi disse: "A evolução de uma sociedade vê-se pela forma como trata os animais", esta está muito atrasada mas podemos todos fazer a diferença!

Se são humanos ajam humanamente! deixar os animais morrer à fome é atroz!

AJUDA-ME!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Portugal deve deixar a zona Euro?




"Portugal deve abandonar a zona Euro para não se endividar mais", quem o defende, é o Sr que preveu esta crise toda e foi sempre descredibilizado.
Alguém me consegue explicar o que ganhámos com o Euro? Tudo aumentou para os preços iguais ao estrangeiro menos os nossos ordenados, resultado ganhamos o mesmo mas o preço de tudo duplicou! Isso é uma vantagem? E com as políticas da União Europeia que nos "obrigaram" a destruir a nossa pesca, indústria naval e mineira e produção nacional? Está na cara quem ganhou com isto tudo, foi a soberana Alemanha principalmente, tal como o resto dos governos corruptos eleitos lá e aqui. Todas essas medidas de acabar com a produção nacional levaram-nos a este défice da balança comercial e consequentemente à crise e dívida, e agora a mesma União Europeia que paga aos nossos agricultores para nada produzir diz que os portugueses não trabalham, são todos uns preguiçosos têm muitas férias e feriados, vivem todos muito bem (com um dos ordenados mais baixos da União Europeia!) e o que tem de ser feitos é cortes nas suas miseráveis pensões, que tem de que se cortar em privilégios como águas, saúde e educação pública...e o que o povo faz? para já faz o que lhes dizem para fazer cegamente para depois se armar em vítima, diz que não percebe de economia nem política, deixa isso para quem sabe, fica em casa em vez de ir votar e se vota vota contra si mesmo...(mas PCP e BE são outros...realmente votar em quem mesmo?).
Um país só é corrupto quando tem um povo corrupto e este país deixou-se corromper por si mesmo.
Pagar a divida à troika ( FMI,BCE e comissão europeia) é mau e doloroso...mas não pagar o que significa? bancarrota imediata e desordeira...assim vá-se puxando a corda a ver até onde isto vai dar...
Entrar no Euro não foi bom negócio para nós...e sair? sair parece ser ainda pior!
Então paguemos: as obras despesistas e inúteis e até mesmo as obras que nunca saíram do papel: as obras fantasma que nos custaram milhões, as auto-estradas vazias que são desertos de asfalto, etc, etc... Como o Estado gasta o nosso dinheiro?mal! E atenção não foi só o nosso (contribuintes portugueses, dos europeus também).
Então paguemos o que devemos, o que foi feito em nosso proveito e nos endividou em geral para proveito de alguns...há uma dívida paguem-se 38 anos de despesismo, pague-se o que se deve e o que não se deve, mais as comissões e juros...venda-se tudo...pagar, há que se pagar! Então pague-se! Querem bancarrota é?
PAGUEM! Nós votámos na troika em 2011, quisémos assumir as nossas responsabilidades e entendemos que esta era a única saída...senão: bancarrota!
Mas quem anda a pagar mesmo?
Tendo em conta que Portugal é o campeão da desigualdade social sendo o  sexto país mais desigual da OCDE, paraíso dos corruptos, um país de chulos, em que as reformas douradas duplicam e o unico país onde a austeridade exigiu mais aos pobres que aos ricos...adivinhem!


fonte: economico

Posts relacionados:

Portugal na encruzilhada da Europa
EURO: vantagens e desvantagens


"O economista que previu a crise deixa o aviso: Os países da periferia da zona euro vão ter de abandonar a moeda única dentro de cinco anos.
Num artigo de opinião publicado no Financial Times com o título "A zona euro encaminha-se para a separação", o profeta da desgraça, como é conhecido, afirma que a actual crise das dívidas soberanas mostra tudo o que falhou na construção da União Monetária e no projecto da convergência.
Para o economista, nesta altura, só existe uma forma de recuperar a competitividade nos países do Sul da Europa: "Para regressarem ao crescimento e à competitividade, [os periféricos] devem deixar o euro e regressar à moeda nacional", alerta o responsável.
Roubini considera mesmo que, face às diferenças económicas, de políticas orçamentais, de taxas de câmbio reais e de competitividade no seio da Zona Euro, não restará outra alternativa aos países da periferia.
"Este cenário parece inconcebível nos dias que correm mesmo em Atenas ou Lisboa. Mas devido à inexistência de reformas estruturais profundas e aceleradas que compenssem essas diferenças, os cenários que hoje parecem irreais poderão fazer todo o sentido daqui a inco anos", esclarece o professor da universidade de Nova Iorque.
E conclui: "Os benefícios de [os países] se manterem [na zona euro] serão menores do que os benefícios de a abandonar, por muito atribulada e desordenada que essa saída venha a ser"."

criminalidade violenta



Considero-mo uma pessoa de esquerda e liberal MAS nem por isso posso deixar de concordar com algumas coisas como o controlo da criminalidade violenta em Portugal e repôr a segurança dos cidadãos daí acreditar que os nossos polícias devem estar mais bem equipados e ter mais autoridade, sou de esquerda mas não tenho medo de polícias, tenho sim medo de criminosos!
Os confrontos mais violentos dão-se entre gangues normalmente em bairros problemáticos onde a própria polícia receia entrar.Esses bairros são controlados muitas vezes por criminosos ligados ao tráfico de droga.
Será que a imigração desmesurada teve influência na escalada de violência em Portugal?
É uma pergunta difícil de fazer e ainda mais de responder, é até mesmo assunto tabu, mas vou dar a minha opinião: a maioria dos crimes vioentos não são praticadas por imigrantes, mas sim por máfias estrangeiras, nomeadamente de leste, muitos portugueses também cometem este tipo de crimes quer sejam brancos ou escuros.
Ora bem eu muito me orgulho de sermos um país que recebe e aceita tão bem os imigrantes e reconheço que aqueles que vêm por bem e trabalham e pagam impostos e são honestos e civilizados são bem-vindos mas qual é a recompensa que recebemos de quem não é assim? sermos agredidos no nosso país? ou daqueles que se dizem portugueses porque têm um papel mas nem respeitam os outros portugueses como pessoas com direito a simplesmente poderem passear em segurança pelo seu país e poderem fazer a sua vida normal sem serem incomodados,agredidos e roubados? a recompensa é termos medo de andar na rua? sermos reféns na nossa pátria da liberdade? Pois essas pessoas deviam de saber que a liberdade delas acaba quando a dos outros começa.
Para mim não há uma ligação linear entre imigração e crime, mas se às pessoas que vêm de fora não forem dadas condições e oportunidades como um trabalho mais tarde ou mais cedo talvez alguns deles enveredem por formas mais simples e ilícitas de conseguir ter dinheiro...como o tráfico de droga. Por isso defendo imigração desde que haja condições para inserir toda a gente, daí ter de ser controlada de algum modo.
A criminalidade subiu em Portugal e de que maneira tínhamos reservas de turistas overbooking no Algarve e agora com este clima de insegurança o governo britânico já veio dizer aos seus cidadãos que eram melhor não virem passar férias a Portugal. Isto é inadmissível, o turismo é uma fonte de receitas essencial de Portugal ! Mas quem cometeu esses actos, qual é o perfil do agressor? de que origem seja, português ou não de certo não é uma pessoa que trabalhe e seja honesta, nenhum português ou imigrante honesto que trabalhe ou esteja desempregado rouba e mata, tortura ou rouba por desporto. Qual é o perfil do agressor? fora auto-censuras, e poderei estar errada, mas eu imagino o típico mitra do bairro social e sei que lá há pessoas de todas as cores!
Quero que isto seja o tal país de Abril e da liberdade em que não tenhamos medo de sair à rua.O mais incrível no meio disto tudo é que isto até é perigoso para os próprios polícias!Há bandidagem que vai bater nos polícias à própria esquadra e sai impune! E de combate à criminalidade pouco ou nada se ouve nas agendas políticas...
Quero o meu país de Abril, de liberdade, respeito e fraternidade, isto é Portugal, Europa, CEE, tem leis, regras, civismo nós tentámos ensinar isso a essas pessoas na escola mas algumas nem à escola gratuita quiseram ir! Nada quiseram aprender, a vivência em sociedade para elas resume-se a roubar,matar, bater, destruir e ainda por cima receber subsídios de inserção social quando são eles mesmo que não querem ser inseridos numa sociedade que os acolhe bem! Não estamos em Guerra!
Para os que vêm de fora se estão revoltados com alguma coisa (não sei bem o quê...) peguem na vossa revolta e façam uma revolução no vosso país nomeadamente caso seja o caso, Angola, um país riquíssimo em recursos naturais que explora o próprio povo enquanto um bando de corruptos vive às suas custas, Luanda é a cidade mais cara do Mundo com pessoas a morrer à fome e à sede lá! 
Claro que quem vem por bem será bem vindo e deve ficar, só acho que Portugal não tem de sofrer com actos violentos cometidos por gente de fora que não se emenda, por isso expatriava os criminosos que imigraram para cá. Já os novos portuguese que cometem crimes, visto darmo-lhes tudo enquanto sociedade não entendo a vontade desportiva que esses novos portugueses têm de roubar e maltratar os outros! Quanto aos portugueses de gema ainda se entende menos ainda que cometam crimes de roubo, homicídio, tortura como modo de "vida".
Mas há mais redes criminosas, nomeadamente as de leste como da Roménia e Macedónia que espalham o terror por toda a Europa! Desde que mais países de leste entrarm para a UE, as fronteiras froam abolidas e isso foi usado por essas máfias
eles como forma de puderem movimentar-se livremente pela Europa e cometermem crimes à vontade!
Assim é possível e práctico assaltar casas em Portugal de manhã, fazer explodir caixas multibanco à tarde em Espanha e à noite estar em Itália a contar o dinheiro ganho ilicitamente!
A solução quanto a mim seria esta: mais poder policial para restituir o respeito à autoridade, condenação de criminosos, reinserção social através de trabalho comunitário e não tanto pô-los nas prisões (às vezes escolas de crime), dar-lhes que fazer ou seja trabalho comunitário para lhes ensinar o que é construir de modo a que desprezem o acto de destruir, e expatriar imigrantes criminosos. Aqui está a minha opinião goste-se ou não.
Claro que esta criminalidade violenta é gravíssima mas de não esquecer os burlões, mafiosos engravatados que endividam um país...a triste conclusão disto tudo é que Portugal está-se a tornar num paraíso para todo o tipo de criminosos, desde os deliquentes de rua aos executivos charlatões ricalhaços...num país sem justiça é isto que acontece! Portugal corre risco de se tornar num país do crime!