Ao intrepretar esta imagem vejo um cão morto ou quase e morto e um cãozinho ao seu lado, seu amigo. Parece que o cão foi atropelado e há sangue na estrada...enquanto as pessoas desprezam (mesmo se fosse uma criança atropelada como o caso da bebé chinesa atropelada por dois carros e ignorada por quem passava) o amigo cão fica do seu lado até ao fim...
Já para não falar dos cães abandonados que ficam meses ou até anos no mesmo local, fielmente convictos que o dono que os abandonou os vai buscar de novo (ler: cão- o fiel amigo)
.
Por isto, isto é inaceitável:
Ajudem os cães coreanos
Sem palavras
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Ajudem os cães coreanos!
Os países asiáticos, entre outras coisas, são conhecidos pelo seu povo frio e maus tratos tanto a pessoas com animais, a ponto de comer cão e gato ser natural.
Isto não deve ao acto de haver fome, mas sim a uma questão cultural, um hábito nojento e selvagem instalado nessas culturas..curiosamente culturas essas onde se pensa que terá começado a domesticação de cães e gatos...
Já no blogue tinha falado sobre o comércio de carne de cão na Tailândia. Desta vez, falo do mesmo assunto, desta feita na Coreia, onde os cães são frequentemente cozidos vivos e escaldados para facilitar a remoção da pele.Olhem o desespero deles na foto acima!!!
Por favor assinem a petição para ajudar os actvistas a acabarem com este horror, são precisas 1 milhão de assinaturas!
https://www.change.org/petitions/
http://koreandogs.org/
Porque é que os cães valem mais que as pessoas:
sem-palavras
cão: o fiel amigo
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Ingratidão e falta de memória
Crónica no jornal i por Sérgio Soares, publicado em 18 Fev :
INGRATIDÃO E FALTA DE MEMÓRIA
(É sempre bom recordar)
"A Alemanha regista a pouco honrosa distinção de ter entrado em bancarrota em 1920 e em 1953. Da última vez, Berlim contou com a ajuda financeira da Grécia.
A ingratidão dos países, tal...
(É sempre bom recordar)
"A Alemanha regista a pouco honrosa distinção de ter entrado em bancarrota em 1920 e em 1953. Da última vez, Berlim contou com a ajuda financeira da Grécia.
A ingratidão dos países, tal...
como a das pessoas, é acompanhada quase sempre pela falta de memória. Em 1953, a Alemanha de Konrad Adenauer entrou em default, falência, ficou Kaput, ou seja, ficou sem dinheiro para fazer mover a actividade económica do país. Tal qual como a Grécia actualmente.
A Alemanha negociou 16 mil milhões de marcos em dívidas de 1920 que entraram em incumprimento na década de 30 após o colapso da bolsa em Wall Street. O dinheiro tinha-lhe sido emprestado pelos EUA, pela França e pelo Reino Unido.
Outros 16 mil milhões de marcos diziam respeito a empréstimos dos EUA no pós--guerra, no âmbito do Acordo de Londres sobre as Dívidas Alemãs (LDA), de 1953. O total a pagar foi reduzido 50%, para cerca de 15 mil milhões de marcos, por um período de 30 anos, o que não teve quase impacto na crescente economia alemã.
O resgate alemão foi feito por um conjunto de países que incluíam a Grécia, a Bélgica, o Canadá, Ceilão, a Dinamarca, França, o Irão, a Irlanda, a Itália, o Liechtenstein, o Luxemburgo, a Noruega, o Paquistão, a Espanha, a Suécia, a Suíça, a África do Sul, o Reino Unido, a Irlanda do Norte, os EUA e a Jugoslávia. As dívidas alemãs eram do período anterior e posterior à Segunda Guerra Mundial. Algumas decorriam do esforço de reparações de guerra e outras de empréstimos gigantescos norte-americanos ao governo e às empresas.
Durante 20 anos, como recorda esse acordo, Berlim não honrou qualquer pagamento da dívida.
Por incrível que pareça, apenas oito anos depois de a Grécia ter sido invadida e brutalmente ocupada pelas tropas nazis, Atenas aceitou participar no esforço internacional para tirar a Alemanha da terrível bancarrota em que se encontrava.
Ora os custos monetários da ocupação alemã da Grécia foram estimados em 162 mil milhões de euros sem juros.
Após a guerra, a Alemanha ficou de compensar a Grécia por perdas de navios bombardeados ou capturados, durante o período de neutralidade, pelos danos causados à economia grega, e pagar compensações às vítimas do exército alemão de ocupação. As vítimas gregas foram mais de um milhão de pessoas (38 960 executadas, 12 mil abatidas, 70 mil mortas no campo de batalha, 105 mil em campos de concentração na Alemanha, e 600 mil que pereceram de fome). Além disso, as hordas nazis roubaram tesouros arqueológicos gregos de valor incalculável.
Qual foi a reacção da direita parlamentar alemã aos actuais problemas financeiros da Grécia? Segundo esta, a Grécia devia considerar vender terras, edifícios históricos e objectos de arte para reduzir a sua dívida.
Além de tomar as medidas de austeridade impostas, como cortes no sector público e congelamento de pensões, os gregos deviam vender algumas ilhas, defenderam dois destacados elementos da CDU, Josef Schlarmann e Frank Schaeffler, do partido da chanceler Merkel. Os dois responsáveis chegaram a alvitrar que o Partenon, e algumas ilhas gregas no Egeu, fossem vendidas para evitar a bancarrota.
“Os que estão insolventes devem vender o que possuem para pagar aos seus credores”, disseram ao jornal “Bild”.
Depois disso, surgiu no seio do executivo a ideia peregrina de pôr um comissário europeu a fiscalizar permanentemente as contas gregas em Atenas.
O historiador Albrecht Ritschl, da London School of Economics, recordou recentemente à “Spiegel” que a Alemanha foi o pior país devedor do século xx. O economista destaca que a insolvência germânica dos anos 30 faz a dívida grega de hoje parecer insignificante.
“No século xx, a Alemanha foi responsável pela maior bancarrota de que há memória”, afirmou. “Foi apenas graças aos Estados Unidos, que injectaram quantias enormes de dinheiro após a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, que a Alemanha se tornou financeiramente estável e hoje detém o estatuto de locomotiva da Europa. Esse facto, lamentavelmente, parece esquecido”, sublinha Ritsch. O historiador sublinha que a Alemanha desencadeou duas guerras mundiais, a segunda de aniquilação e extermínio, e depois os seus inimigos perdoaram-lhe totalmente o pagamento das reparações ou adiaram-nas. A Grécia não esquece que a Alemanha deve a sua prosperidade económica a outros países. Por isso, alguns parlamentares gregos sugerem que seja feita a contabilidade das dívidas alemãs à Grécia para que destas se desconte o que a Grécia deve actualmente."
E já agora sabiam que a Grécia está cheia de petróleo? qualquer coincidência da crise e das privatizações gregas com este facto é mera coincidência! (ler: O grande jogo do petróleo grego
"GRÉCIA PODERÁ RECLAMAR MAIS DE 150 MIL MILHÕES DE EUROS DE DIVIDAS À ALEMANHA
A história é no mínimo irónica e fez eco este fim de semana na imprensa grega e alemã. Um relatório de uma comissão de peritos do Ministério das Finanças helénico, supostamente secreto, dá conta de uma dívida que data do período da segunda guerra mundial de mais de 150 mil milhões de euros da Alemanha à Grécia.
As fugas de informação relativas ao documento de 80 páginas foram publicadas pelo jornal grego To Vima que é citado este fim de semana pelo Der Spiegel online.
A versão em linha do semanário alemão não publica números exatos, mas cita várias organizações gregas que falam de um montante de 54 mil milhões de euros em empréstimos que o regime nazi obrigou Atenas a conceder e outro de 108 mil milhões que corresponde ao valor estimado da reconstrução do país. O montante total ascende a 162 mil milhões de euros.
Parece pouco provável que a Alemanha esteja disposta a pagar de um dia para o outro as dívidas à Grécia, mas parece óbvio que as conclusões do relatório não deverão acalmar o sentimento antialemão dos gregos, razão pela qual o executivo helénico tentou mantê-las no segredo dos deuses."
A Alemanha negociou 16 mil milhões de marcos em dívidas de 1920 que entraram em incumprimento na década de 30 após o colapso da bolsa em Wall Street. O dinheiro tinha-lhe sido emprestado pelos EUA, pela França e pelo Reino Unido.
Outros 16 mil milhões de marcos diziam respeito a empréstimos dos EUA no pós--guerra, no âmbito do Acordo de Londres sobre as Dívidas Alemãs (LDA), de 1953. O total a pagar foi reduzido 50%, para cerca de 15 mil milhões de marcos, por um período de 30 anos, o que não teve quase impacto na crescente economia alemã.
O resgate alemão foi feito por um conjunto de países que incluíam a Grécia, a Bélgica, o Canadá, Ceilão, a Dinamarca, França, o Irão, a Irlanda, a Itália, o Liechtenstein, o Luxemburgo, a Noruega, o Paquistão, a Espanha, a Suécia, a Suíça, a África do Sul, o Reino Unido, a Irlanda do Norte, os EUA e a Jugoslávia. As dívidas alemãs eram do período anterior e posterior à Segunda Guerra Mundial. Algumas decorriam do esforço de reparações de guerra e outras de empréstimos gigantescos norte-americanos ao governo e às empresas.
Durante 20 anos, como recorda esse acordo, Berlim não honrou qualquer pagamento da dívida.
Por incrível que pareça, apenas oito anos depois de a Grécia ter sido invadida e brutalmente ocupada pelas tropas nazis, Atenas aceitou participar no esforço internacional para tirar a Alemanha da terrível bancarrota em que se encontrava.
Ora os custos monetários da ocupação alemã da Grécia foram estimados em 162 mil milhões de euros sem juros.
Após a guerra, a Alemanha ficou de compensar a Grécia por perdas de navios bombardeados ou capturados, durante o período de neutralidade, pelos danos causados à economia grega, e pagar compensações às vítimas do exército alemão de ocupação. As vítimas gregas foram mais de um milhão de pessoas (38 960 executadas, 12 mil abatidas, 70 mil mortas no campo de batalha, 105 mil em campos de concentração na Alemanha, e 600 mil que pereceram de fome). Além disso, as hordas nazis roubaram tesouros arqueológicos gregos de valor incalculável.
Qual foi a reacção da direita parlamentar alemã aos actuais problemas financeiros da Grécia? Segundo esta, a Grécia devia considerar vender terras, edifícios históricos e objectos de arte para reduzir a sua dívida.
Além de tomar as medidas de austeridade impostas, como cortes no sector público e congelamento de pensões, os gregos deviam vender algumas ilhas, defenderam dois destacados elementos da CDU, Josef Schlarmann e Frank Schaeffler, do partido da chanceler Merkel. Os dois responsáveis chegaram a alvitrar que o Partenon, e algumas ilhas gregas no Egeu, fossem vendidas para evitar a bancarrota.
“Os que estão insolventes devem vender o que possuem para pagar aos seus credores”, disseram ao jornal “Bild”.
Depois disso, surgiu no seio do executivo a ideia peregrina de pôr um comissário europeu a fiscalizar permanentemente as contas gregas em Atenas.
O historiador Albrecht Ritschl, da London School of Economics, recordou recentemente à “Spiegel” que a Alemanha foi o pior país devedor do século xx. O economista destaca que a insolvência germânica dos anos 30 faz a dívida grega de hoje parecer insignificante.
“No século xx, a Alemanha foi responsável pela maior bancarrota de que há memória”, afirmou. “Foi apenas graças aos Estados Unidos, que injectaram quantias enormes de dinheiro após a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, que a Alemanha se tornou financeiramente estável e hoje detém o estatuto de locomotiva da Europa. Esse facto, lamentavelmente, parece esquecido”, sublinha Ritsch. O historiador sublinha que a Alemanha desencadeou duas guerras mundiais, a segunda de aniquilação e extermínio, e depois os seus inimigos perdoaram-lhe totalmente o pagamento das reparações ou adiaram-nas. A Grécia não esquece que a Alemanha deve a sua prosperidade económica a outros países. Por isso, alguns parlamentares gregos sugerem que seja feita a contabilidade das dívidas alemãs à Grécia para que destas se desconte o que a Grécia deve actualmente."
E já agora sabiam que a Grécia está cheia de petróleo? qualquer coincidência da crise e das privatizações gregas com este facto é mera coincidência! (ler: O grande jogo do petróleo grego
"GRÉCIA PODERÁ RECLAMAR MAIS DE 150 MIL MILHÕES DE EUROS DE DIVIDAS À ALEMANHA
A história é no mínimo irónica e fez eco este fim de semana na imprensa grega e alemã. Um relatório de uma comissão de peritos do Ministério das Finanças helénico, supostamente secreto, dá conta de uma dívida que data do período da segunda guerra mundial de mais de 150 mil milhões de euros da Alemanha à Grécia.
As fugas de informação relativas ao documento de 80 páginas foram publicadas pelo jornal grego To Vima que é citado este fim de semana pelo Der Spiegel online.
A versão em linha do semanário alemão não publica números exatos, mas cita várias organizações gregas que falam de um montante de 54 mil milhões de euros em empréstimos que o regime nazi obrigou Atenas a conceder e outro de 108 mil milhões que corresponde ao valor estimado da reconstrução do país. O montante total ascende a 162 mil milhões de euros.
Parece pouco provável que a Alemanha esteja disposta a pagar de um dia para o outro as dívidas à Grécia, mas parece óbvio que as conclusões do relatório não deverão acalmar o sentimento antialemão dos gregos, razão pela qual o executivo helénico tentou mantê-las no segredo dos deuses."
Visita de Merkel a Portugal
Primeira observação, já ouvi dizer que o mal da política é não haver mais mulhres que com mulhreres isto estava melhor, claro que sim! Merkel, Thatcher, Condoleeza Rice, Christine Lagarde...
Homens ou mulheres de pouco interessa, a humanidade é a maior podridão e hipocrisia do Universo, uma força demononíaca cuja maior concentração está exactamente na corja política.De resto, tenho pouco a dizer, já disse muito relativameente à hegemonia alemã no meu blogue, já muito disse quanto aos vendidos da Nação que vendem o país aos retalhos. Não atiro de modo algum as culpas à Merkel ou à Alemanha, os portugueses são os seus maiores carrascos, mercenários que querem ser mais espertos que os outros, prestes a destruir o seu povo para ganhar uns tostões e um povo vencido pelo conformismo que em vez de lutar contra toda a podridão em que o país se tornou quer também umas migalhas do sistema podre que corrompe o país, uns tachos ali, umas cunhas ali...
Mas não haja as mínimas dúvidas, Merkel não veio por bem, ela veio mostrar que ela é que manda, ela simboliza os interesesses económicos mais obscuros, os especuladores, os banqueiros, é o rosto da ausetridade é uma boa serva do mundo financeiro provavelmente porque tem e teve uma vida triste de frustrada e agora usa o poder para talvez libertar as suas frustrações.
Para verem a classe desta mulher mantém o nome do ex-marido com quem casou há décadas quando tinha 23 anos...coitado do homem, a quantidade de vezes o seu nome foi usado para voiceferar impropérios!
A continuar assim é mesmo a 3ª vez que a Europa se suicida com a Alemanha no posto de comando...e de a Europa se esfrangalhar agora não será certo que volte alguma vez a ser esse oásis de paz e solidariedade nunca mais...e se isso acontecer é lamentável termos permitido isso com o nosso silêncio ou resignação.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Como a sociedade funciona realmente
"A Elite Global, os poucos que decidem os rumos do mundo e da humanidade, estão no topo de uma pirâmide de manipulação. Quase todas as organizações de hoje estão estruturadas na forma de uma pirâmide. No topo você tem a elite diminuta que sabe tudo sobre a organização, sabe qual a sua agenda verdadeira e o que se deseja realmente alcançar. Quando você vai descendo do pico, você vai encontrando mais
e mais pessoas que sabem cada vez menos da agenda verdadeira. Isto é
chamado de compartimentalização. Aqueles no topo se certificam que todos
abaixo, na pirâmide, tenham conhecimento apenas de suas contribuições
individuais para a organização, companhia, sociedade secreta, etc. Como
resultado, a maioria deles pensam que seus trabalhos são totalmente
inocentes, não sabendo que seus trabalhos se encaixam com outros da
pirâmide, para criar um padrão que não é nada inocente. Os maçons e
outras sociedades secretas são óbvios exemplos deste método, com os seus
níveis de iniciação. Cada nível não tem idéia do conhecimento existente
nos níveis acima de si. A maioria dos maçons não progride acima do
terceiro nível, apesar de existir outros 30 níveis acima [e mais outros
13 níveis não oficiais, chamados de níveis Illuminati]. Quando é dito
que a rede maçônica participa de uma conspiração, as pessoas ficam com a
falsa idéia de que você está dizendo que todo maçon está procurando
controlar o mundo. Isso é simplesmente ridículo. As sociedades secretas,
como todas as demais, consistem de líderes [uns poucos] e dos liderados
[o resto].
Dentro da pirâmide global estão as organizações [também com estruturas piramidais] que controlam nossas vidas – o sistema bancário, o sistema político, a rede de corporações multinacionais, a mídia, a “educação” [doutrinação], as agências de inteligência, as forças armadas e por aí afora. Os picos dessas pirâmides individuais se fundem formando o pico da pirâmide global, controlado por pouquíssimas pessoas, que eu chamo de Elite Global. Neste nível da Elite, todos os bancos, partidos políticos, jornais e meios de difusão, agências de inteligência, companhias multinacionais e sociedades secretas, são propriedade e controladas pelas MESMAS pessoas. O mito da escolha é difundido para nos enganar dizendo que somos livres.
O verdadeiro poder em uma pirâmide está na sua base, não no topo, mas a raça humana tem sido condicionada para acreditar no oposto.
Toda Zona Livre de Embaraços é uma pirâmide com os ditadores religiosos, políticos e econômicos sentados no topo, impondo suas vontades sobre o resto. Eles conseguem isto porque aqueles abaixo na pirâmide aceitam fazer o que o pico diz, e acreditam na propaganda enviada pelo pico, que condiciona seus pensamentos e percepções da vida, para si e para os outros. É possível uma pessoa passar a vida inteira sem ter um único pensamento original. Viver na cadeia é segurança? Ter a sua vida controlada e seu futuro ditado é segurança? Nós somos robôs!"
Foto por : PEACEMAKER
Dentro da pirâmide global estão as organizações [também com estruturas piramidais] que controlam nossas vidas – o sistema bancário, o sistema político, a rede de corporações multinacionais, a mídia, a “educação” [doutrinação], as agências de inteligência, as forças armadas e por aí afora. Os picos dessas pirâmides individuais se fundem formando o pico da pirâmide global, controlado por pouquíssimas pessoas, que eu chamo de Elite Global. Neste nível da Elite, todos os bancos, partidos políticos, jornais e meios de difusão, agências de inteligência, companhias multinacionais e sociedades secretas, são propriedade e controladas pelas MESMAS pessoas. O mito da escolha é difundido para nos enganar dizendo que somos livres.
O verdadeiro poder em uma pirâmide está na sua base, não no topo, mas a raça humana tem sido condicionada para acreditar no oposto.
Toda Zona Livre de Embaraços é uma pirâmide com os ditadores religiosos, políticos e econômicos sentados no topo, impondo suas vontades sobre o resto. Eles conseguem isto porque aqueles abaixo na pirâmide aceitam fazer o que o pico diz, e acreditam na propaganda enviada pelo pico, que condiciona seus pensamentos e percepções da vida, para si e para os outros. É possível uma pessoa passar a vida inteira sem ter um único pensamento original. Viver na cadeia é segurança? Ter a sua vida controlada e seu futuro ditado é segurança? Nós somos robôs!"
Foto por : PEACEMAKER
Fonte: Facebook da página: ANTI - NWO (Nova Ordem Mundial)
"Ninguém é mais irreversivelmente escravizado do que aqueles que falsamente acreditam ser livres.” Johan Wolfgang von Goethe
sábado, 3 de novembro de 2012
Os Europeus ainda mandam na Europa?
"Quase ninguém nota que os países europeus já não são regidos por instituições avalizadas pela legitimidade democrática, mas por uma série de siglas que as substituíram: o FEEF, o MEEE, o BCE, a ABE e o FMI assumiram o comando. Só os iniciados decifram estes acrónimos, só os iniciados percebem quem faz o quê na Comissão Europeia e no Eurogrupo. Todos estes organismos têm um ponto em comum: não derivam de nenhuma constituição e não envolvem os eleitores nas tomadas de decisão. A indiferença com a qual os habitantes do nosso pequeno continente aceita que lhe seja retirado o seu poder político causa arrepios.
Que os tratados não são respeitados não é surpresa para ninguém, as regras existentes, como o princípio da subsidiaridade definido pelo tratado de Roma ou Claúsula de não resgate caem no esquecimento quando necessário...a abolição do Estado de Direito aparece de forma clara no Tratado que institui o MEE (Mecanismo Europeu de Estabilidade). As decisões dos pesos-Estados desta sociedade de resgate entram imediatamente em vigor no Direito Internacional sem aprovação dos parlamentos. Denominam-se governadores, como noas antigos regimes coloniais, e, tal como estes últimos, não têm justificações a dar à opinião pública. Em contrapartida não podem comunicar qualquer informação, o que faz lembrar o omerta (Lei do Silêncio) do Código de Honra da Máfia. Os nossos "padrinhos" estão isentos de controlo judicial ou legal e desfrutam de um privilégio que nem um chefe da Camorra (máfia napolitana) tem- imunidade penal absoluta (em conformidade com os artigos 32 a 35 do tratado do MEE). A Espoliação política do cidadão começou com o euro, ou mesmo antes. Esta moeda e fruto de negócios políticos ilícitos que não tiveram em conta as condições económicas necessárias.
Jornal Der Hauptstadbrief Berlim por Hans Magnus Enzensberger na Courrier Internacional de Novembro, crónica: "Os Europeus ainda mandam na Europa?"
Que os tratados não são respeitados não é surpresa para ninguém, as regras existentes, como o princípio da subsidiaridade definido pelo tratado de Roma ou Claúsula de não resgate caem no esquecimento quando necessário...a abolição do Estado de Direito aparece de forma clara no Tratado que institui o MEE (Mecanismo Europeu de Estabilidade). As decisões dos pesos-Estados desta sociedade de resgate entram imediatamente em vigor no Direito Internacional sem aprovação dos parlamentos. Denominam-se governadores, como noas antigos regimes coloniais, e, tal como estes últimos, não têm justificações a dar à opinião pública. Em contrapartida não podem comunicar qualquer informação, o que faz lembrar o omerta (Lei do Silêncio) do Código de Honra da Máfia. Os nossos "padrinhos" estão isentos de controlo judicial ou legal e desfrutam de um privilégio que nem um chefe da Camorra (máfia napolitana) tem- imunidade penal absoluta (em conformidade com os artigos 32 a 35 do tratado do MEE). A Espoliação política do cidadão começou com o euro, ou mesmo antes. Esta moeda e fruto de negócios políticos ilícitos que não tiveram em conta as condições económicas necessárias.
Jornal Der Hauptstadbrief Berlim por Hans Magnus Enzensberger na Courrier Internacional de Novembro, crónica: "Os Europeus ainda mandam na Europa?"
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Os Neoliberais
O que é o Neoliberalismo?
"É tempode voltar a analisar as ideologias - que, para o bem ou para o mal, não morreram. Até 1980-90, os conservadores eram de direita (moderada), os liberais reformistas e os democratas - cristãos autênticos eram do centro, e os socialistas ou sociais-democrtas (propriamente ditos) eram de esquerda.
Com as doutrinas de Hayek e de Friedman, postas em prática pela dupla Reagan-Thatcher, bem como em consequência da globalização, do comércio livre, dos hedge funds em paraísos fiscais - e também da extinçção da URSS - o mundo virou à direita: os neoconservadores tornaram-se mais radicais, os liberais e os democratas - cristãos passaram a conservadores, e os socialistas democráticos procuraram uma «terceira via» que, pelas mãos de Blair/ Brown e de Bill Clinton se afirmou capitalista pro-rich, abandonando a sua tradição socialista e pro-poor. Tudo isto, porém ocorreu no quadro da democracia pluralista, sem nunca ultrapassar «pelo menos na Europa, EUA e Japão» - a fronteira que separa a direita democrática do fascismo (Marie Le Pen não é neoliberal).
Aconteceu, entretanto, que a ala mais à direita do Partido Republicano, dos EUA (com Bush filho, Romney, Tea Party, etc) se transformou muito rapidamente num movimento radical, quase.revolucionário, que se tem afirmado como politicamente «neoconservador» e economicamente «neoliberal». Tal transformação transmitiu-se á Europa: Merkel e Sarkozy, Berlusconi, Aznar e Rajoy, passos Coelho /Paulo Portas (com os respectivos ministros, como Victor Gaspar ,e principalmente assessores, como António Borges).
Procuremos caracterizar a corrente neoliberal, profundamente elitista, que manda na Europa actual:a) Crença absoluta no mercado e desconfiança total em relação ao Estado (bit e-government).
b)Proteção legal aos mais ricos, sobretudo através da redução dos respectivos impostos, na convicção de que só eles investem, criam empregos e, assim, impulsionam o crescimento económico;
c)Prática constante, e progressiva, de cortes substanciais nas despesas sociais, por se entender que o Separe Sakateé uma ilusão perigosa; e que os mais pobres, tornando-se subsídio-dependentes, prejudicam o interesse nacional e não merecem protecção (ou não merecem senão uma protecção mínima).
O ódio de classe- que Marx considerava ser a ira justa dos pobres contra os ricos-mantém-se, mas de pernas para o ar: é agora a raiva profunda dos ricos contra os pobres, os inúteis, os incapazes que só sabem viver à mesa do Orçamento, à custa dos impostos dos ricos, sendo estes os únicos que dão emprego a quem verdadeiramente quer trabalhar.
Não há, por estas razões, nenhum governo neoliberalque não baixe significativamente a carga fiscal e parafiscal (T.S.U) dos empresários e que não suba, tanto quanto possível, a dos trabalhadores, apesar de nunca conseguirem diminuir o défice e a dívida. Todos os filósofos gregos- Platão, Xenofonte, Aristóteles- chamavam a isto uma forma de governo «oligárquica» cuja degeneração externa era a «plutocracia» (o governo do dinheiro).
Comparemos agora esta tão atual doutrina neoliberal com o pensamento arcaico (?) do «fascista» Oliveira Salazar, em 13 de Abril de 1929. Escreveu ele: a reforma tributária (então publicada) guia-se, entre outros, pelo princípio da quase uniformidade das taxas dos vários impostos, «com as excepções que favorecem, todos os países civilizados, os rendimentos provenientes só do trabalho do contribuinte» (A reorganização financeira, Coimbra Editora, 1930, p.102).
Problema insolúvel da ciência política: como pode um democrata neoliberal de hoje situar-se mais à direita do que um ditador «fascista» de há 80 anos?!..."
Diogo Freitas do Amaral in Visão nr 1022
"Neoliberais de merda. O Estado não deve meter-se na vida das grandes empresas, a não ser para, a mínima dificuldade, lhe enfiar pazadas de dinheiro pela goela abaixo. Depois, se o Estado precisar seja do que for, não tem direito a exigir nada. Não tem o direito de interferir na liberdade dos mercados. Se calhar, temos de ser nós a ensinar-lhes que é o trabalho que cria riqueza e não aqueles que vendem o trabalho dos outros" José Luís Peixoto in Visão nr 1023
"Esta é uma crise do capitalismo selvagem, diferente da última grande crise de 1929, que originou a II Guerra Mundial. Esta é uma crise muito mais complexa, porque começando por ser financeira - baseada nos mercados usurários e numa economia virtual - passou a ser económica, dada a recessão a que muitos Estados estão sujeitos; política na medida em que está a pôr em causa as democracias pluralistas do passado e o respeito pelos Direitos Humanos; social, dado que as conquistas sociais estão a ser implacavelmente destruídas; ambiental, visto que em virtude dos egoísmos nacionais estamos a ignorar os estragos que os homens fazem sobre a natureza, e mesmo civilizacional porque tudo se apresenta para haver um recuo imenso. Porquê? Porque a ideologia neoliberal comanda e considera os mercados - e o dinheiro, portanto - muito acima das pessoas, que não contam desde que não sejam ricos, diria mesmo, muito ricos. os mercados comandam os Estados e os políticos ou são negocistas e estão feitos com os mercados, ou então não contam. Daí o descrédito de que os políticos - e a política- são objecto, incapazes de evitar o abismo em que podemos cair"
Mário Soares in Visão nr 1022
"O que é precso é que não se toque nos fundamentosdeste novo liberalismo depurados nas melhores escolas das novas elites tecnocratas. Porque, no fim, parece rezar esta bíblia, espera-nos um novo mundo, com gentinha modesta mas honesta, trabalhadora e consciente do seu lugar, um mundo gerido pelos melhores e mais bem pagos, caapzes de dirigir através de modelos econométricos, um mundo limpo de todas porcarias criadas ao longo de décadas por um Estado social e democrático que tudo desbaratou com gente que não vale o investimento nem garante retorno. "
Pedro Camacho in "Uma fé que já não é de Direita" na Visão nr 1022
"Uma espécie de Governo Sombra: O comentador Miguel Soisa Tavares escreveu no jornal Expresso de 22 de Setembro explicando aos portugueses que há um "quintento de terroristas económicos" (Vítor Gaspar, Carlos Moedas, António Borges, Braga de Macedo e Ferraz da Costa) que aconselha o Primeiro-Ministro e que quer «mudar o paradigma económico, mesmo que para tal tenha de destruir o país, como, aliás, estão a fazer». Sousa Tavares mostra.se preocupado com o facto deste quintento - «saído da economia de direito para a economia»-desconhecer de que é feito o tecido empresarial português e escreve que, «no fim do 'ajustamento', ficarão apenas as grandes empresas financiadas por baixos salários ou isntaladas nos antigos monopólios públicos com lucros garantidos e uma multidão de emigrantes ou desempregados. O perigo está à vista, estamos a assistir a uma revolução total no País e ao desmatelamento das pequenas e médias empresas."
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Andámos a viver acima das nossas possibilidades, agora toca a pagar
A culpa é do polvo
Por:Paulo Morais, Professor universitário in CM
A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste. Esta mentira só é ultrapassada por uma outra. A de que não há alternativa à austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de consumo exagerados. Colossais fraudes. Nem os portugues
Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma. A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo. Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos. E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.
Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes sentir raiva e exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam. Há que renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos... Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.
Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia.
Por:Paulo Morais, Professor universitário in CM
A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste. Esta mentira só é ultrapassada por uma outra. A de que não há alternativa à austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de consumo exagerados. Colossais fraudes. Nem os portugues
es merecem castigo, nem a austeridade é inevitável.
Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma. A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo. Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos. E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.
Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes sentir raiva e exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam. Há que renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos... Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.
Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia.
Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma. A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo. Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos. E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.
Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes sentir raiva e exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam. Há que renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos... Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.
Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia.
Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma. A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo. Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos. E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.
Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes sentir raiva e exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam. Há que renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos... Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.
Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Isto não é uma democracia nem não é uma República, é um negócio de família
Com 21,2 milhões de euros, Luís Montez, genro do presidente da república, comprou o Pavilhão Atlântico, que em 1998 custou ao Estado [ou seja, nós, os contribuintes] 50 milhões de euros!
Álvaro Covões, sócio de Luís Montez na Música do Coração até 2007, oferecera 18,5 milhões e a AEG (dona da equipa de futebol norte-americana Los Angeles Galaxy) apresentara a proposta mais baixa, 16,5 milhões de euros.
A manutenção anual do pavilhão Atlântico estima-se que ronde os 600 mil euros e em 2010, o espaço teve receitas de 7,5 milhões de euros [portanto a continuar assim só em 3 anos repõem-se o valor da compra por bagatela com os lucros...um organismo que dá lucro é vendido assim a um oportunista que por acaso, mas só por acaso, é genro do Cavaco Silva, que ao que dizem até tem dívidas...].
O espaço foi avaliado em Março pelo BPI a pedido do Governo entre os 17,4 e os 21,5 milhões de euros e a opção por Luís Montez é justificado pelo "maior preço e demais condições que permitem a maximização do encaixe financeiro", disse a Ministra do CDS-PP Assunção Cristas, que detém a tutela do Parque Expo.
Apesar da compra milionária -suportada pelo BES- indicar robustez financeira, o genro de Cavaco terá algumas dívidas e processos judiciais a decorrer. Haverá, pelo menos, "13 processos de execução pendentes" e a música no Coração será considerada de "risco elevado" e de "crédito não recomendado", segundo o relatório da Informa D&B tornado público na Internet e na Imprensa, que adverte os investidores para o facto de "os últimos elementos financeiros disponíveis" apresentarem "capital próprio negativo".
É mais um negócio ruinoso para os portugueses que como contribuintes saem lesados mas um óptimo negócio para os Cavaquinhos!
Que nojo de Presidente da República!
Ler mais em: Agência Financeira
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Portugal é um negócio ou uma democracia?
Era uma vez a República Portuguesa
Álvaro Covões, sócio de Luís Montez na Música do Coração até 2007, oferecera 18,5 milhões e a AEG (dona da equipa de futebol norte-americana Los Angeles Galaxy) apresentara a proposta mais baixa, 16,5 milhões de euros.
A manutenção anual do pavilhão Atlântico estima-se que ronde os 600 mil euros e em 2010, o espaço teve receitas de 7,5 milhões de euros [portanto a continuar assim só em 3 anos repõem-se o valor da compra por bagatela com os lucros...um organismo que dá lucro é vendido assim a um oportunista que por acaso, mas só por acaso, é genro do Cavaco Silva, que ao que dizem até tem dívidas...].
O espaço foi avaliado em Março pelo BPI a pedido do Governo entre os 17,4 e os 21,5 milhões de euros e a opção por Luís Montez é justificado pelo "maior preço e demais condições que permitem a maximização do encaixe financeiro", disse a Ministra do CDS-PP Assunção Cristas, que detém a tutela do Parque Expo.
Apesar da compra milionária -suportada pelo BES- indicar robustez financeira, o genro de Cavaco terá algumas dívidas e processos judiciais a decorrer. Haverá, pelo menos, "13 processos de execução pendentes" e a música no Coração será considerada de "risco elevado" e de "crédito não recomendado", segundo o relatório da Informa D&B tornado público na Internet e na Imprensa, que adverte os investidores para o facto de "os últimos elementos financeiros disponíveis" apresentarem "capital próprio negativo".
É mais um negócio ruinoso para os portugueses que como contribuintes saem lesados mas um óptimo negócio para os Cavaquinhos!
Que nojo de Presidente da República!
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Tinha de fazer menção ao último dia em que a república portuguesa foi celebrada, longe do povo...e com a caricata situação da bandeira ao contrário, o que elucida realmente a situação do país: ao contrário.
Um Presidente da República que acaba com o feriado da restauração da República...
O próximo feriado a ir á vida é o de 1 de Dezembro...bem visto, já que não temos nem independência nem República.
cavaco Silva, ficara assim conhecido nos cânones da História de Portugal como o coveiro da Nação e da República.
FIM!
Ler mais:
Corte nos feriados
Cavaco Silva está falido
Diferença entre Presidente do Uruguai e Presidente de Portugal
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