terça-feira, 18 de dezembro de 2012

PAX Europea

Depois de uma atribuição escandalosa do Nobel da Paz ao presidente americano Barack Obama, antes mesmo de este ter mostrado provas de valor do que ia fazer, tendo depois demonstrado que como bom presidente americano que é, cumpre os lobies dos senhores da Guerra e apoia intervenções militares da NATO por interesses geostratégicos matando milhares de inocentes, eis mais um Nobel da Paz polémico:o Nobel da Paz à União Europeia??? Agora que a Europa está a um fio de descarrilar, que os povos se dividem entre credores e devedores, ricos e miseráveis, competentes e preguiçosos segundo dizem, e quando o povo em manifestações anti-austeridade é duramente reprimido por polícias armados até aos dentes, lembram-se de dar o Nobel da Paz à Europa para celebrar os anos de paz dó pós guerra e os anos de paz até agora???
Vamos por partes: este Nóbel deveria ter sido entregue há mais tempo, noutras circunstâncias, não nestas, e portanto deveria ter sido entregue a pessoas europeístas de valor, que fizeram o que puderam para unir um continente em estilhaços e amargurado pelas dores da destruição das duas Guerras Mundiais...por isso, não deveria ser o palhaço do Durão Barroso a recebê-lo, um homem que envergonha nãoos habitantes do país de origem como tdo o europeu que se preze.
Não se esqueçam daquele episódio pré-guerra no Iraque em que numa obscura reunião na Base das Lajes, nos Açcores, se reuniram o Sr Barrosos, o Sr Aznar o Sr Blair e o Sr Bush para discutir a invasão do Iraque, que estava tão cheio de armas de destruição em maciça e tão bem escondidas que nunca foram encontradas. Base das Lajes nos Açores, hã? Nem de propósito, de certeza que foi aquele indivíduo lambe-botas que propôs o local da reunião das mentiras, isto quando quase toda a Europa estava contra a intervenção militar da Europa no Iraque, lá vai aquele senhor receber alegremente o Nóbel da Paz, sem vergonha nenhuma naquela cara.
Este prémio Nóbel da PAz foi uma grande vergonha para academia.
E para além disso, a Europa esteve sempre muito longe de significar paz, não se esqueçam dos genocidios nos Balcãs há poucos anos atrás que ocorreram à vista de todos tendo sido aceites e tolerados pela tal Europa da paz.
Para além disso, a Europa produz armas, entre os maiores produtores de armas contam-se a Alemanha, a França, o Reino Unido e até a Suécia.
Este Europa está muito longe de merecer um Nobel da Paz!

Crónica:
ESTE DURÃO DO NOBEL DA PAZ É O MESMO DA CIMEIRA (DE GUERRA) DOS AÇORES?

Por Tiago Mesquita. do blogue 100 Reféns

"É irónico assistir à atribuição do prémio Nobel da Paz e, ainda que institucionalmente se justificasse, vê-lo passar pelas mãos de Durão Barroso. É estranho e difícil de entranhar. Não consigo esquecer-me do outro lado de Durão. Um lado menos continental, mais salgado e atlântico. O lado açoriano de Barroso.
 Quando Thorbørn Jagland, presidente do Comité Nobel da Noruega, afirmou durante a entrega do prémio que "a União Europeia ajudou a construir a fraternidade entre nações e a promoção da paz que Alfred Nobel deixou como legado", não falava certamente do contributo do presidente da Comissão Europeia. Não estaria a referir-se ao apoio que este, em nome próprio e não dos portugueses, deu para que a Guerra do Iraque tivesse vindo a ser uma triste realidade, com os resultados que sabemos. Uma coligação de países cuja atuação foi sustentada e desencadeada em mentiras dignas do argumento de um filme de Hollywood, como veio a confirmar-se, e que envergonha todos os envolvidos.
 Os fins, na altura, justificaram todos os meios. Os protagonistas, os Bush e Blair desta vida, bem como os que se puseram em bicos dos pés para terem visibilidade na fotografia circunstancial de família, foram cúmplices de uma das maiores farsas da política internacional. Em janeiro de 2012, contabilizavam-se cerca de 162 mil vítimas, 80 por cento delas civis, desde o início da invasão em 2003, de acordo com a ONG britânica Iraq Body Count (IBC). Que Paz é esta?
 "O antigo porta-voz de Tony Blair considerou "longo e pomposo" o discurso de Durão Barroso na cimeira dos Açores, em 2003, realizada, no arquipélago, tanto quanto se "recorda", por "ideia" do então primeiro-ministro português, disse hoje à Lusa Alastair Campbell. "Presumo que a ideia foi sua", afirmou, referindo-se ao antigo primeiro-ministro Durão Barroso sobre a escolha do arquipélago português para a realização do encontro que reuniu o Presidente dos Estados Unidos, George Bush, e os chefes de governo do Reino Unido, Tony Blair, e de Espanha, Jose Maria Aznar." (Expresso, Maio de 2009)
 O 'mordomo' da cimeira 'de guerra' dos Açores 2003 ostentou um prémio Nobel da Paz em 2012. O mundo é uma anedota."

"O 'mordomo' da cimeira 'de guerra' dos Açores 2003 ostentou um prémio Nobel da Paz em 2012. O mundo é uma anedota."
 


TAP vale menos que o passe do guarda redes do Sporting

Não consigo expressar a incredulidade de mais um negócio ruinoso para o país.
Com a desculpa da crise, há uma certa corja de poderosos a deitar mão ao país e fazer negócios chorudos para eles mesmo em detrimento do país.
Tratam as empresas públicas como se fossem seus negócios de família, apoderam-se de património estatal e multiplicam fortunas. Decidem vender o país a preço de saldo, desculpam-se com a dívida que não existe, vendem património inestimável por trocos só para terem uma posição de sucesso e agradar aos seus ovos sócios. Vendem o país para terem um tacho. Decidem este tipo de coisas sem ponderação, sem participação dos cidadãos, decidem, está decidido, "Não há aletrnativa". Mas o certo é que foi este povo que votou troika, e se por acaso, se tivessem dado ao trabalho de se informar sobre o programa da troika (que no fundo é que foi eleito) teriam visto que o que ficou acordado foi a privatização da EDP, da REN, da ANA, da TAP e das Águas de Portugal..e isto tudo para quê? para pagar juros a bancos e aos mercados.
Lá premiaram os carascos, serão executados.
Se este negócio e mais outros se seguirem não tenham dúvidas que este país se tornará absolutamente mais pobre, epriférico e subdesenvolvido. Talvez tenhamos de apanhar ãviões a partir de AMdrid, e coitados daqueles que vivem nos Açores ou Madeira.
Mas mais chocante que isto tudo ainda consegue ser o preço absolutamente chocante a que se quer vende ra TAP; autênticos trocos: 20 milhões de euros, é o valor pelo qual um senhor estrangeiro (com vários passaportes) de índole duvidosa quer comprar a TAP (único comprador).
100 milhões de euros: valor que a TAP põe nos cofres estatais em IRS
25 milhões de euros: custo do passe do Rui Patrício (guarda-redes do Sporting)
A TAP vale até muito menos do que a casa de luxo em Paris do multimilionário actor Gérard Depardieu: 150 milhões de euros.
Para o Sr ilustre e muito inteligente ministro das finanças Vítor Gaspar a TAP vale menos que o passe do guarda-redes do Sporting?
Isto é um escândalo! Continuem a premiar os vossos carrascos!

 Ler mais: http://expresso.sapo.pt/tap-uma-proposta-inaceitavel=f77309

Sobre a TAP:
Este texto pretende desmistificar algumas ideias que existem quanto à TAP, que nascem de rumores ou opiniões menos esclarecidas, numa altura em que se fala na privatização da maior companhia aérea portuguesa.
Assim sendo, vamos esclarecer alguns pontos:

1- A TAP não é um buraco financeiro!Antes de mais é preciso salientar que desde 1994 que o Estado não pode injectar dinheiro em qualquer companhia aérea, pelo que a TAP não vive à conta de todos os contribuintes!
O lucro que da TAP (vôos e manutenção) é absorvido pelos prejuízos das empresas que a TAP assumiu ao comprar a falida empresa brasileira de manutenção de aviões VEM (que pertencia à companhia brasileira VARIG), agora TAP Manutenção e Engenharia Brasil.
Ou seja, a TAP tem à sua frente Fernando Pinto, o gestor público mais bem pago (cerca de 420 mil euros/ano), que fez com que a TAP comprasse um "BPN da aviação", e portanto impede o grupo de ter lucro.

A privatização da TAP significa vender-se a preço de saldo uma empresa preponderante na economia do país, e que se bem gerida pode ser rentável!

2- A TAP tem um papel fundamental na estratégica macro-económica do país!


A TAP é a maior exportadora nacional, e desempenha um papel muito importante no fluxo de pessoas e mercadorias na economia nacional.

Colocar a TAP nas mãos de capitais privados significa tirar de Portugal um dos mais importantes meios de transporte. Hoje, aponta-se como principal candidato o grupo IAG, que nasceu da fusão entre a British Airways e a Iberia. Isto significa que Lisboa pode deixar de servir de base entre a Europa e a América do Sul ou África. Os interesses privados vão colocar-se à frente dos interesses nacionais.

Levanta-se a questão: Vamos passar a ter de ir a Madrid para seguir para destinos na América do Sul ou África? Só aumentaria custos de passageiros e mercadorias.

A privatização da TAP significa que Portugal abdica de uma "empresa de bandeira", considerada em Dezembro de 2011 a melhor companhia aérea da Europa.

A privatização da TAP vem prejudiar as relações com os países lusófonos, e com os emigrantes que ascendem a 5 milhões pelo mundo fora.


3- Os trabalhadores da TAP não são a administração da companhia!

Muito se confunde a administração da TAP com os seus trabalhadores, que ascendem a 13 mil . A opinião pública é intoxicada com ideias de que os trabalhadores da TAP recebem todos ordenados estratósfericos, e é preciso desfazer este mito.

Os prórpios trabalhadores da TAP criticam os salários exorbitantes da sua admnistração (já em 2009)

As tripulações foram reduzidas, pelo que os comissários e assistentes de bordo estão a trabalhar mais.

As tripulações estão a fazer vôos que excedem os limites horários previstos no AE, o que põe em causa a segurança dos passageiros.

Os salários dos trabalhadores da TAP já foram reduzidos em Março de 2011, tal como os dos funcionários públicos.

Ora, é preciso salientar que nas empresas como a TAP as caracteríticas de empresa privada ou pública são evocadas em função do que dá jeito ao Governo ou Administração, por exemplo: na redução de salários, os trabalhadores são considerados função pública e levaram os cortes de Março de 2011, contudo não têm direito a ADSE.

E se por um lado, os funcionários da TAP viram os seus ordenados reduzidos logo em Março de 2011, por outro, a despesa com as remunerações do conselho de administração executivo da TAP ascenderam a 1,82 milhões (em 2008).

Mais um exemplo de uma Administração que vive à grande à custa da empresa, mas depois quando a empresa está em dificuldades, cortam nos funcionários.
E, numa altura em que se distutem salários de funcionários sabe-se que a Administração da TAP vai poder manter vencimentos.

Ou seja, mais um exemplo de quem paga a crise: não é a administração que tomou decisões ruínosas (como a compra da VEM), mas são os trabalhadores que veêm os seus direitos e salários reduzidos, e simultaneamente aumentos na carga e horário de trabalho.

A privatização da TAP significa que os seus trabalhadores vão sofrer despedimentos e cortes salariais.


Por todas estas razões: ESTAMOS CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA TAP!

PS: Felizmente a TAP não foi vendida (ainda, e por aquele preço ridículo), agora querem vender a ANA, empresa que permite a mobilidade de 30 milhões de passageiros por ano nos aeroportos...apetecível, não?


sábado, 8 de dezembro de 2012

Roubar aos pobres para dar aos ricos



"Segundo a revista 'Forbes' o património líquido dos americanos mais ricos aumentou 13% no ano passado e atinge agora 1,3 milhões de milhões de euros. É uma alegria pensar que todos nós também contribuímos um bocadinho para este progresso por mais que não fosse através dos juros que o Estado e os bancos portugueses pagaram. Mas não é tudo, há outras boas notícias!
O património médio dos 400 americanos mais ricos subiu para um recorde de 3230 milhões de euros. Isto é, as fortunas de metade destes tipos davam e sobravam para pagar as dívidas soberanas de Portugal, Grécia e Irlanda. Fantástico, não é? E se pensarmos que nunca um Sr do Império Romano, um Sr Medieval ou um Príncipe do Renascimento, por muito rico que tivesse sido , atingiu estes níveis, mais fantástico se torna. No nosso tempo, o homem passou a ser um leão, um urso, um tubarão, porque um lobo não chega, é inofensivo" Crónica: Banalidades- humor

"Em 2010, 1% da população detinha 44% da riqueza global segundo o Credit Suisse, em contrapartida 3500 milhoes - a metade mais pobre da humanidade detém apenas 1% dessa riqueza. Nos EUA a desigualdade é ainda maior: 1% dos americanso mais abastados concentram mais que 90% revela um estudo do Economic Policy Institute de Washington, 43,6 milhões de norte americanos de uma população total de 311 milhões está dependente para sobreviver dos cupões de comida do programa de assistência nutricional suplementar, no Reino Unido - um dos países mais desiguais da OCDE os 10% mais ricos têm rendimentos 12 vezes superiores aos 10% mais pobres ." (visão Novembro)

A crise como agente redistribuidora de riquezas entre ricos


Propinas no secundário

Passos Coelho: "Dá-nos aqui alguma margem de liberade, na área da educação, para poder ter um sistema de financiamento mais repartido entre os cidadãos e a parte fiscal que é assegurada pelo Estado. Do lado da saúde temos menos liberdade para isso"! Passos Coelho diz que a Constituição permite mais cortes na educação que na saúde.

perante esta declaração, há alguma dúvida que o Governo vai explorar as ambiguidades da Constituiçãoe  fazer duplas interpretações para aumentar propinas?
O mais estonteante é que os gastos de Portugal com a educação estão em 3,8% do PIB, um dos valores mais baixos da OCDE!
Estes neoliberais perigosos não se admirem são muito bem capazes de privatizar até o ensino secundário, eles querem é ter um povo ignorante e calminho paraa ceitar todas as porcarias que eles fazem!

Não é esta a Europa que queremos!

 "A União Europeia não é uma democracia, que satisfaça qualquer democrata digno desse nome: é, por agora, uma confederação gerida por tecnocratas. esta crença de que é possível tratar da governança económica agora e deixar a democracia para depois é uma irresponsável ilusão. Depois de os países poderosos conseguirem cristalizar o cartel de Estados em que o projecto europeu se tornou, não voltarão a conceder poder, . Nestas situações, deixar a democracia para depois é deixá-la para nunca" Rui Tavares in Público, 5 de Dezembro.


Quem se queixa mais é quem mais tem



""Quem mais vocalmente contesta o que estamos a fazer  são aqueles que têm mais", disse Passos Coelho...as palavras de Passos Coelho oferecem um retrato surpreendente. Todos assistimos a manifestaçõesem que um grande número de pessoas contestava vocalmente o que o governo está a fazer. Ficamos agora a saber que aquelas multidões eram constituídaspor aqueles que têm mais. Em retrospectiva, recordo a quantidade enorme de beatas de charuto que cobria o chão após as marchas. Percebo agora a elegância dos manifetsnates todos vestidos de Armani e Chanel. Compreendo finalmente os engarrafamentos provocados pelos protestos: os vocalizadores foram transportados para a manifestação pelos respectivos motoristas...Ali nas ruas a empunhar cartazes a vocalizar palavras de ordem, estavam os banqueiros, os accionistas das concessionáriasdas PP, os grandes empresários. Se esta gente aguenta mais austeridade? Ai aguenta. aguenta - como disse, com conhecimento de causa, um deles  . Na altura, não percebi e discordei. Afinal estou de acordo"

Ricardo Araújo Pereira in Visão

ver para crer a polémica declaração do PM: SIC

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Sobre o conflitto israelo-plaestiniano

Mundo louco, comemora-se todos os anos entusiasmado a queda do Muro de Berlim e ignora-se a grande fortaleza erigida em Gaza...um dia vamos olhar para trás e pensar? "como é que aquele massacre e anacronismo foi permitido? ainda apor cima de baixo dos nossos narizes?"
 " A gaiola de Gaza: Gaza é quase só areia, mas as coisas crescem ali, tal como em Israel, a terra que os habitantes do enclave recordam como sua. Durante anos os habitantes de Gaza estiveram nos seus campos de refugiados a ver como, diante dos olhos transformavam a suas terras e aldeias onde eles e os seus antepassados viveram, na casa dos israelitas. Meio século de história e o ódio dura gerações e o ciclo de violência transformou-se em rotina." (visão)

 Li, uma crónica deveras interessante numa Courrier deste ano e decidi partilhar uns excertos aqui.
O autor é Sami Michael, escritor israelista que proferiu estas palavras numa conferência em Haifa.

"Israel é um estado judaico formado há 60 anos após a II Guerra Mundial.
O Estado de Israel é produto da tradição da intervenção judaica.
Quando os pais do sionismo na Europa conseguiram atrair simpatia para a criação de um Estado judeu, utilizaram o argumento de que tal entidade faria avançar por todo o Médio Oriente uma onda de cultura europeia. Esta abordagem ganhou raízes na consciência israelita e, até hoje, a Europa é meca espiritual para uma boa parte da intelectualidade israelita, especialmente para os escritores considerados formadores da opinião pública. A meu ver, este é um dos profundos conflitos intrínsecos à ideia sionista.
A ideologia sionista emergiu no contexto do antissemitismo europeu, embora os pais do sionismo se tenham oferecido para servir de agentes da cultura que alimentara o ódio aos judeus. Parece que os seus defensores consideram que séculos de antissemitismo, a expulsão da Espanha quatrocentista e as atrocidades da Alemanha nazi ocorreram noutro planeta, numa era imaginária.
Como resultado de uma autolavagem do cérebro, a Europa permanece na mente d emuitos israelitas como um farol e uma fonte de inspiração para uma sociedade esclarecida.
Aos nossos olhos e aos dos nossos simpatizantes na Europa, reconhecemo-nos orgulhosamente como praça-forte da cultura europeia num mundo atrasado e hostil.
Não me parece que, granjeando a simpatia com a cultura europeia, tenhamos atraído a admiração da Europa, mas o certo é que acirrámos o ódio dos povos árabes, como agentes ao serviço de um inimigo perigoso e como perpetuadores da ocupação por esse mesmo inimigo [...]O estado de Israel desde o dia da sua criação, demonstrou até que ponto a desconfiança dos árabes tinha fundamento e era lógica, a começar pela identificação de Israel na década de 1950 com os crimes dos franceses na Argélia, passando pela participação israelita nas operações da Grã- Bretanha e França em 1956 contra o Egipto por causa da nacionalização do canal do Suez a terminar no nosso entusiasmo pela conquista do Iraque pelos EUA, para não falar na ocupação e colonização da faixa de Gaza e Cisjordânia."



Aulas de Japonês

"Quem aprende uma língua nova, ganha uma nova alma"

Decidi aprender japonês há umas semanas, e fiquei a saber que a palavra Japão em japonês diz-se Nihon, a palavra ocidentalizada deste país ficou Japan em inglês ou Japão em português devido a um episódio caricato das aventuras marítimas portuguesas por essas áreas, depois de tanto navegar os navegantes portugueses chegam exaustos ao Japão e perguntam cansados: "já há pão???!"...e assim ficou Japão! 
E mais,a  palavra japonesa para pão é um estrangeirismo, de seu nome pan, do português pão. 


sábado, 24 de novembro de 2012

Risada!

"Quem ganha menos de 500 euros não tem vontade nenhuma de ir trabalhar"

Alexandre Soarea dos Santos, presidente da Jerónimo mArtins, in Jornal de Negócios

os carros dos srs ministros

O líder parlamentar do PS, Carlos Zorrinho, justificou no seu facebook, a troca de viaturas dizendo que quem quer "uma democracia sem custos, o que deseja não é uma democracia"

Porque é que os cortes nos carros só são populismo em Portugal?
"Em Inglaterra, o Governo retirou os carros e os motoristas à disposição dos ministros por causa da crise. Em França, o Presidente da República passou a anadar num Citroen híbrido para poupar. Em Portugal, om líder parlamentar do PS fez o favor de trocar um BMW Série 5 velho por um Audi A5 novo. Pequena nota de contexto: o Audi A5 de Cralos Zorrinho está à venda no mercado, na sua verão original amis básica, por 42 350 euros; o Citroen híbrido de François Hollande está disponível a partir de 32 229 euros. Conclusão: o presidente da república francesa consegue ser um político auto-mobilizado gastando menos de 10 mil euros do que um deputado português. Isto só pode ser populismo." Gonçalo Bordalo Pinheiro in Perguntas da Semana, da revista Sábado  nr 442